Agentes e operadores de viagem esperam que a situação da Varig se estabilize em cerca de um mês, após a definição das rotas que serão operadas.
"Agora que a Varig foi vendida, temos que dar um tempo para ela se reajustar, ver quais rotas irá operar", afirmou Leonel Rossi Jr., diretor de assuntos internacionais da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens).
Para José Zuquim, presidente da Braztoa (operadoras de viagem), "a Varig sempre foi uma companhia que honrou seus compromissos e deve recuperar parte de seu market share em seis meses".