Em junho de 2006, o Grupo Air France – KLM seguiu apresentado altas em seu desempenho mundial. Foram transportados 6,6 milhões de passageiros (alta de 5,9%). A ocupação ganhou 0,9 ponto percentual, atingindo 82,4%.
A receita proveniente do tráfego de passageiros por quilômetro teve alta de 7,1% e a oferta subiu 5,8%.
Nas Américas, a ocupação atingiu a alta marca de 90,3% (mais 2 pontos percentuais). Foram registrados também aumentos de 6,2% na receita proveniente do tráfego de passageiros por quilômetro e de 3,9% na oferta de assentos. As rotas asiáticas também apresentaram bom desempenho em junho, com aumento de 1,8 ponto percentual na ocupação, que ficou em 86,3%. A receita proveniente do tráfego de passageiros por quilômetro aumentou 13,5% e a oferta 11,1%.
Na rede da África e Oriente Médio, a atividade permaneceu forte, com a receita do tráfego aumentando em 8,5%. Como a oferta aumentou em 11,6%, a ocupação diminuiu 2,1 pontos, fechando em 74,1%. Nas regiões do Caribe e do Oceano Índico, a receita do tráfego diminuiu 4,1% e a oferta baixou 4%. A ocupação ficou estável, em 75,9%. Nas rotas da Europa, aumento de 6,8% na receita proveniente do tráfego de passageiros por quilômetro, 5,3% na oferta e 1 ponto percentual na ocupação, cuja média ficou em 76,2%.
No Brasil, o bom desempenho se repetiu em junho de 2006. O vôo diário e direto Rio-Paris-Rio teve 84,4% de ocupação e os 10 vôos semanais e diretos São Paulo-Paris-São Paulo tiveram 85,1% de ocupação. A média brasileira da Air France ficou em 84,8%. O vôo São Paulo-Amsterdã-São Paulo, operado diariamente pela KLM, apresentou ocupação média de 84,6%.
A partir de novembro de 2006, mais dois vôos de São Paulo a Paris se juntarão aos dez já existentes, semanalmente, nesta rota. A Air France já oferece um vôo diário com Boeing 777-200 e três vôos por semana com Airbus 330, às terças, sextas e domingos. Os novos vôos, às quintas e sábados, também com Airbus 330, aumentam em 67% a oferta de assentos. Além disso, o B777-200 que faz a rota diária São Paulo-Paris-São Paulo será substituído pelo novo e moderno B777-300, que tem 15% a mais de assentos (270 contra 310). Juntos, esses aumentos representam 28% a mais de oferta de assentos no trecho São Paulo-Paris-São Paulo.